Se for maquiar, não dirija.

(by Alexandre Coreixas)

Se você é mulher e dirige, pode confessar. Já passou um batom ao volante? Seja honesta, você já fez isso. Algumas vão além e promovem verdadeiras produções… é blush, rímel, lápis, brilho. Uma prática comum que me parece ser algo muito mais “perigoso” do que falar ao telefone dirigindo, por exemplo. É um perigo!!! Isso sem falar que já são mulheres ao volante. Rsrsrs. Brincadeira, mas não podia perder a piada. Desculpa. Foi com base nesse fato que a MINI lançou uma campanha para orientar as pessoas sobre o tema. Dá só uma olhada na ação desenvolvida para passar essa informação. Diferente, divertida e interessante. Curti.


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Quem não tem Copa caça com São João.

(by Alexandre Coreixas)

A Coca-Cola vem explorando o patrocínio da Copa das Confederações e da Copa do Mundo em todas as suas comunicações. A marca é patrocinadora… praticamente “dona” do evento. E, agora, com a Copa acontecendo em nosso país, eles estão explorando muito o tema. É claro. Por isso, recentemente lançaram a novas latas, que trazem novas cores para as latas da Coca-Cola – com as cores do Brasil. Por outro lado, o pessoal do “pode ser” acaba de lançar uma nova lata também… de São João. Os eventos acontecem quase que simultaneamente e mostram claramente o poder de investimento de cada marca no país. É, quanta diferença.

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lata Pepsi


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Bermuda do surfe!

(by Bonfs)
O sonho de todo surfista! Quem pega onda e vai a praia sozinho, sempre tem a “dúvida”: ” Onde vou guardar as minhas coisas”, tem uma galera que enterra em um local X, outra galera poe dentro de um copinho e guarda no mato. Pois é, seus problemas acabaram (ou não)! Essa bermuda é um projeto que está disponível para doações no Kickstarter, e está bem distante de ser produzido. Isso porque o projeto arrecadou U$ 10.000,00 do U$ 135.000,00 nescessários para viabilizar o projeto, faltando 14 dias para o deadline. Seria um grande alento para os corações salgados pela água do mar, já que a bermuda é perfeita pra quem curte praia ou piscina. O diferencial está em um compatimento vedado, onde podem ser guardados celulares, chaves, comida, enfim qualquer coisa que você não quer que molhe. Os protótipos foram testados, e abermuda funciona perfeitamente. Quem quiser viabilizar pode clicar aqui. O vídeo explicativo junto com as fotos seguem abaixo. Espero que um dia seja produzido.
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Meia porção

(by Bonfs)

Não, não é dieta! Mas é um conceito sensacional! O projeto é uma parceria feita pela fotógrafa Beth Galton com a food stylist Charlotte Omnès. A inspiração surgiu depois ouvir um pedido de uma cliente, cortar o burrito ao meio, o resultado: fotos fantásticas! A série de fotos, mostra cortes transversais nos alimentos nunca feitos, coisas que só seriam feitas a partir de uma produção pesada. O que define bem o conceito do ensaio é a seguinte frase dita por Beth: “Ao cortar esses itens pela metade deixamos de lado apenas o appetite appeal e passamos a explorar os mundos interiores desses produtos.” Vejam por vocês mesmos!
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Sobre o set-up e workflow.

(by Flips)

Passando por diversos business, e essa talvez seja uma da minhas maiores felicidades ao trabalhar na PP3, é fácil ver que todo ofício tem os seus processos e regrinhas a seguir. Por exemplo: o mestre cervejeiro desenvolve uma pesquisa de sabores e depois acerta todos os detalhes mais técnicos da produção para que tudo saia conforme o sonhado pelo mestre.

O engenheiro também tem seus processos e o médico tem o diagnóstico a fazer antes mesmo de começar a trabalhar. Porém os trabalhos personalizados fogem um pouco disso e o mais difícil é mostrar, primeiro, qual a tarefa a executar e, depois, qual é a solução. Para chegarmos a esse ponto, temos que entender muito dos dois lados: do contratante e do contratado. Cada um tem regras e processos diferentes. São, inclusive, remunerados de outra forma.

Assim, a etapa que chamamos de set-up, é a etapa de alinhamento global entre todos os stake-holders envolvidos. Essa etapa bem feita, torna todo o processo mais sólido, previsível (no melhor dos sentidos) e eficiente para todas as partes. Isso faz muita diferença, e a sua empresa, como se comporta?


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A diferença dele pra gente (3/3)

(by Flips)

É claro que existem muitas diferenças entre o modo de fazer as coisas do americano para o brasileiro e aqui não cabe julgamentos do que é melhor ou pior – são simples as constatações do dia-a-dia e é claro que minha opiniões são bem suspeitas, mas enfim.

A última parte desse post é sobre Treinamento e Serviços. Num geral eles tem padrões de qualidade muito rígidos e isso acontece em cada aspecto da sociedade – polícia por exemplo, eles são treinados, não há informalidade ou algo que eles não “estão acostumados a fazer”. Os garçons, todos sorriem e sabem o que fazer, sabem explicar os pratos. Nos parques temáticos, a orientação e firmeza com que eles dominam o seu ofício traz uma segurança enorme para quem contrata o serviço.

Assim, eles são treinados do início ao fim e a consequência disso é um padrão de alto nível de serviços. Você paga, e você tem com cortesia e qualidade. Não é à toa que são a nação líder do mundo capitalista e se continuarem assim, terão esse posto por muito tempo.


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Diferenças deles para gente (parte 2/3).

(by Flips)

Seguindo a sequência de posts, a segunda parte é a objetividade da língua. O inglês é rápido, casual e sem complicações. A voz passiva é pouco usada, os verbos são poderosos e podem assumir significados bem diferentes quando utilizados com complementos ou phrasel verbs. Assim combinações simples com o mesmo verbo podem significar ações completamente diferentes, não é legal isso. Por exemplo, get não se restringe a “pegar” mas também iniciar etc…

Então a língua é mais simples e possui menos sujeitos. Naturalmente, como tempo é dinheiro, você não pode demorar muito para falar algumas coisa – por vezes, para construir uma frase de mesmo significado em português, devemos utilizar o dobro de palavras do que no inglês. Inclusive, o feedback de todos sobre o português e das linguas de origem latina é que “é muito complicado”.

Enfim, a lingua é mais simples, o que a torna mais ágil. Não é por acaso que a lingua oficialmente utilizada nas transações comerciais, aeroportos, portos e etc é o inglês.


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Diferenças deles para gente (parte 1/3).

(by Flips)

Realmente tem diferença entre os hemisférios norte e sul, não geográficas, mas comportamentais. Depois de 5 anos, voltei a San Diego e comecei a identificar algumas delas, nessa sequência de 3 posts falarei sobre: 1. Formas de pagamento, 2. Objetividade da língua e 3. Treinamento e serviço.

Então, vou começar desde o início. Começo assim: tudo nos EUA é mais fácil de acontecer. Tempo é dinheiro, então não podemos perder tempo. Perder tempo é aumentar etapas e algo muito recorrente em nosso país: a burocracia. Tem coisas aqui que demoram muito a acontecer e torna-se muito difícil, às vezes pagar é difícil. Heim? Pagar é difícil?

Pois é, lá não é dificil pagar. O cartão de crédito passa diretamente na bomba de combustível e você se serve. No mercado, você passa as compras no leitor de código de barras e já passa diretamente o seu cartão ou dinheiro. As etapas são encurtadas e o individuo divide mais a responsabilidade com o vendedor.

Então, nos hóteis e cassinos, todas as suas despesas são computadas em um cartão. Assim você consome quando quiser, de forma rápida. E pagar? Só no check-out. Normalmente você consome mais dessa forma, mas não é isso que queremos, que a economia circule? O consumo é mais essencial que a acumulação e o dinheiro é pensado como objeto social e não necessariamente “privado”.

Então, nos Estados Unidos, pagar é mais fácil, assim consumimos mais com maior frequência.


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A história da Tipografia

(By JP)

Essa animação criada por Ben Barrett-Forrest, resume toda a história da tipografia em apenas 5 minutos tudo em Stop Motion.

Vale a pena assistir:


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Heineken faz homem convencer sua mulher a comprarem uma cadeira digamos… bem diferente.

(by Alexandre Coreixas)

Geralmente quando um casal faz compras, a mulher escolhe com o coração e o homem com a razão. Ou seja, a mulher olha o produto, sua beleza, seu design e seus benefícios. Já o homem, olha o preço. Tudo bem que nem sempre é assim, mas na maioria dos casos é desse jeito que acontece – principalmente na hora de escolher os móveis da casa. Razão e emoção mudaram de lado no novo filme da Heineken para promover a final da Champions League 2013. Dessa vez, o homem (totalmente tomado pela emoção) tem que convencer a mulher a comprarem por US$ 1.899,00 uma cadeira igual a de estádio de futebol. Quem conseguir essa façanha leva dois ingressos para assistir a final entre Bayern e Borussia no Wembley Stadium, em Londres. Dá só uma olhada no vídeo, você vai CURTIR ;)

E você, conseguiria convencer a sua mulher? Diz aí…


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